sábado, 18 de julho de 2015

Sonho Grande

Acabei de ler "Sonho Grande", biografia não autorizada que conta a trajetória do Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, três dos homens mais ricos do país.

Recomendo esse livro a todos que são empresários ou pretendem ser.



Ao contrário do Eike Batista, que tinha um certo fetiche por aparecer na imprensa, esses três mantêm um perfil mais low profile e dificilmente compartilhariam por conta própria a história completa que está neste livro. 

Daí a importância do livro: alguém se deu ao trabalho de coletar centenas de depoimentos, reportagens e documentos para tornar público os acertos e os erros dos três, e como os valores, a cultura e o estilo de gestão por eles implantados lhes transformaram em bilionários e em empresários mundialmente conhecidos.

Confesso que há muito tempo via esse livro nas prateleiras das livrarias e ignorava.

Eu sempre pensava "não vou gastar dinheiro para ler propaganda institucional da Ambev" ou "eles atuam num nível tão alto que não aprenderei nada lendo o livro".

Bom, eu estava enganado. O livro vai muito além da Ambev e mostra como 40 anos de meritocracia, frugalidade, saber manter próximo profissionais competentes, altas apostas, persistência mesmo diante de grandes falhas e a total ausência de sentimento de "ok, já conquistei o suficiente" criou um dos maiores grupos econômicos do mundo. 

Meu objetivo como empresário sempre foi ficar milionário e alcançar o mais rápido possível a bendita IF. Eu não quero jatinho, eu não caro iate, eu não quero ostentação: só quero a independência financeira com uma renda passiva segura para levar uma vida modesta e livre.

"Dez mil por mês tá bom" ou qualquer pensamento do gênero nunca passou pela minha cabeça ao escolher ser empresário. Sei que cada um sabe o que é melhor para si próprio, mas ainda assim preciso compartilhar esse sentimento: se seu objetivo como empresário é passar a vida faturando R$ 5k, R$ 10k por mês, não vale a pena, melhor ir pro concurso público.

Minha empresa ainda está engatinhando e acredito muito no potencial dela. Em breve farei um post estilo "sonho grande" contando minha curta história empresarial, mas por enquanto só queria deixar essa dica de leitura mesmo.

Abraço!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Desempenho junho/2015



Eu poderia ter fechado junho com R$ 48k, mas despesas com minha mãe (está doente e dependendo do meu auxílio financeiro) e com o maldito dia dos namorados me socaram para baixo. Ainda assim, em junho rolou o maior aporte do ano (até agora). 

Esse dinheiro está aplicado da seguinte forma:

R$ 21.965,12 - LCI 97% do CDI com vencimento em ago/2015.
R$ 12.410,40 - NTN-B Principal 2019, taxa pactuada 6,32%.
R$ 6.913,24 - LFT com vencimento em 2021.
R$ 3.659,65 - LTN com vencimento em 2018, taxa 13,42%.
R$ 2.003,95 - Caderneta de poupança.
R$ 42,70 - Dinheiro largado na conta da corretora sem render bulhufas.
Total - R$ 46.995,06.

Mudando levemente de assunto, aproveito o post para divulgar para os colegas uma bela de uma LCI que está sendo disponibilizada pela XP:

Banco Original S/A
Vencimento: 15/07/2016.
Taxa: 13%.
Valor mínimo: R$ 30 mil.

Fico torcendo para essa oferta sobreviver até o mês que vem, pois tenho uma LCI que vence em agosto e terei caixa para fazer a compra do produto acima.

Sigo sem data para minha estreia na renda variável, mas venho estudando o assunto e analisando com muita atenção o blog dos senhores (então cuidado com o que vocês escrevem, cacete).

Abraços e um bom segundo semestre para todos!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Junho, um mês de mudanças

Olá, pessoal!

Peço desculpas pelo sumiço, junho tem sido um mês de muitas mudanças em minha empresa.

Permitam-me compartilhar algumas dessas mudanças (com as devidas cautelas para preservar o anonimato):

Nome da empresa:


Sempre achei que o nome da minha empresa é grande e de difícil memorização. Ao longo dos últimos meses, vim conseguindo demonstrar pros meus sócios que a maioria dos clientes não se referiam à nossa empresa pelo nome dela, mas sim sempre com palavras tipo "o escritório do Fulano (um dos sócios)", ou "a consultoria do Ciclano (outro sócio)", enfim... basta ter bom senso pra saber que isso é bem ruim se analisarmos sob o prisma da consolidação da empresa no mercado.

Agora em junho finalmente reduzimos o nome da empresa, e devo dizer que estou muito satisfeito com o novo nome: tem apenas cinco letras e é meio que uma redução do nome antigo, de modo que a mudança não vai causar muita confusão para os clientes que já temos.

 Identidade visual:

Aproveitando a ocasião do novo nome, pagamos uma empresa de comunicação para criar a nova identidade visual do nosso negócio. Papel timbrado, envelopes, cartões de negócio e outras coisas, tudo reformulado! Tivemos algumas birras com a empresa de comunicação pois eles são um bando de maconheiros viados que ficam com o orgulho artístico ferido quando você pede pra fazerem algumas mudanças para adequar o trabalho deles ao seu gosto, mas no fim deu tudo certo.

 Website: 

Contratamos uns caras que parecem ser muito bons (digo isso com base no portfólio deles) para desenvolver o site de nossa empresa. Não tenho muito a escrever sobre isso, a contratação ocorreu literalmente hoje e ainda tem muito o que ser feito (inclusive de nossa parte, que é escrever o conteúdo do site, descrição de nossos serviços etc).

  Redução do espaço físico:

Olho de longe o prédio onde funciona minha empresa e vejo placas de "aluga-se" penduradas em várias janelas. Olho os prédios das redondezas e vejo a mesma coisa: "aluga-se" aqui, "aluga-se" ali, "aluga-se" acolá... é a crise fodendo falindo muitas empresas por aí.

Conforme conversei com um pessoal da administração do prédio onde funciona minha empresa, tem gente ofertando sala para aluguel por ridículos R$ 650/mês... e caras, estou falando de uma das áreas comerciais mais nobres de uma capital de Estado.

Dentro de um cenário desses, o contrato de locação de uma das salas da minha empresa vence agora em junho, e eis que a imobiliária inventa de, no começo deste mês, enviar uma carta falando que para renovar o contrato de locação o aluguel passará de R$ 800,00 para R$ 1.020,00.

Nossa reação ao ler a carta da imobiliária
Ligamos para a imobiliária informando o desinteresse na renovação do aluguel, e eles já ligaram de volta pra gente propondo R$ 900,00/mês, e depois R$ 800,00/mês... mas eles podem enfiar a sala no meio do cu pegar a sala de volta, pois decidimos por não renovar a locação. Será mais uma sala com placa de "aluga-se" colada na janela... meus parabéns para a imobiliária.

Preparar a devolução da sala tem sido trabalhoso (pintor, eletricista, marceneiro pra retirar as benfeitorias etc etc etc...), mas há males que vem para o bem: a devolução da sala não descaracteriza o espaço físico da empresa (temos três outras salas contínuas num corredor que fechamos com uma porta de vidro), não tem grandes consequências em termos operacionais e gerará uma economia de R$ 1.300,00/mês (aluguel/condomínio/luz/IPTU), algo que me deixa muito feliz.

Resumindo: 

Vejo com muito bons olhos todas essas mudanças que estão acontecendo, aliás, essas três mudanças acima narradas são coisas que eu venho suscitando em reunião de sócios há muito tempo e finalmente estão se concretizando.

Bom, por hoje é só, um abraço!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Desempenho maio/2015

Bom dia, como estão? Espero que estejam todos felizes e saudáveis.

Segue maio/2015:


Esses valores estão alocados da seguinte maneira: R$ 21.740,39 em uma LCI 97% do CDI que vence em agosto/2015; R$ 12.391,50 em NTN-B Principal IPCA + 6,32% que vence em maio/2019; R$ 5.881,12 em caderneta de poupança; R$ 10,16 parados e sem render bulhufas na conta da corretora de valores; totalizando 40.023,17.

O aporte do mês de maio foi um pouco superior a R$ 3k.

Como vocês podem ver, consegui, FINALMENTE, chegar na casa dos R$ 40k, vulgos 4% de um milhão.

Abraço!
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